MEMÓRIA DE PAPEL

Citação



"BIPOLARIDADE"

Autor: Ballone GJ - PsiqWeb

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Quando: abril/2005

..."o estado de humor ou ânimo varia freqüentemente ao sabor dos acontecimentos de vida e de acordo com a tonalidade afetiva de cada um. Essas respostas emocionais podem ser adequadas e proporcionais aos estímulos externos, que são as vivências, ou desproporcionais e inadequadas, neste caso, em resposta aos estímulos internos, que são as oscilações do humor ou alterações afetivas. "

..."Tais episódios afetivos extremos, têm, freqüentemente, um substancial impacto negativo nos pacientes e em seus familiares, podendo comprometer as finanças da família, os relacionamentos, a capacidade funcional social e ocupacional e a qualidade de vida."

Codependentes

São os familiares, que vivem em função da pessoa problemática, fazendo desta tutela obsessiva a razão de suas vidas, sentindo-se úteis e com objetivos apenas quando estão diante do dependente e de seus problemas. São pessoas que têm baixa auto-estima, intenso sentimento de culpa e não conseguem se desvencilhar da pessoa dependente.

O que parece ficar claro é que os codependentes vivem tentando ajudar a outra pessoa, esquecendo, na maior parte do tempo, de cuidar de sua própria vida, auto-anulando sua própria pessoa em função do outro e dos comportamentos insanos desse outro. Essa atitude patológica costuma acometer mães (e pais), esposas (e maridos) e namoradas(os).



Escrito por Sô às 23h51
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"Claude Monet"

Autor: Monet o mestre do Impressionismo, Coleções - Editora Sisal

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Quando: 1867 - 1926

..."Monet casou-se com Camille e o primeiro filho nasceu em 1867. Três anos depois, casaram-se e contra a vontade do pai. Apesar de quase todos os amigos do casal serem pobres, artistas e boêmios, havia Alice e Ernst Hoschedé. Ele era proprietário de muitas lojas elegantes em Paris e sempre comprava os quadros de Monet. Os Hoschedé tinham 5 filhos e Alice já esperava o 6º filho, quando Ernst foi à falência. Ernst fugiu para a Bélgica em 1877, abandonando a família. Alice vendeu as jóias e passou a costurar, Neste mesmo ano Jean-Pierre Hoschedé nasceu dentro de um trem. Em 1878, Monet e Camille resolveram alugar uma casa para passar o verão junto com Alice e seus 6 filhos. Camille teve seu segundo filho, Michel. Sem dinheiro e com 8 crianças para cuidar, Monet assistiu à morte de sua esposa em 1879, de tuberculose. Alice assumiu todos as crianças, no total de oito: Jean Monet, Michel Monet, Jean-Pierre Hoschedé, Jacques Hoschedé, Marthe Hoschedé, Germaine Hoschedé, Suzanne Hoschedé, Blanche Hoschedé. Mais tarde, quando melhorou sua situação financeira, Monet foi para Giverny, entre Paris e a Normandia, e encontrou a casa de seus sonhos. Giverny tinha 340 habitantes, uma escola, um posto de saúde e 5 lojas de bebida. Havia um trenzinho e o rio Epte. Monet modificou o jardim, plantando também uma horta para alimentar a todos. Um riacho que cortava o terreno, acabou se transformando num jardim aquático. Construiu um dique e instalou uma ponte ( A Ponte Japonesa)                       

 

 

Neste rio, as crianças e os adolescentes remavam, brincavam e pescavam. Monet teve uma vida pouco comum. Vivia com uma mulher com quem não era casado, não tinha emprego certo. Pintava o dia todo e sua família fazia piquenique todos os dias. Após a morte de Ernst, marido de Alice, em 1892, Monet e Alice se casaram. Nesta fase, Monet já estava financeiramente bem e chegou a ter 6 jardineiros. Apesar de tudo, Monet era conservador; gostava que o almoço fosse servido no horário e ele chegou a definir a profissão e o casamento de seus filhos. Mas, a regra não foi geral, pois Blanche, filha de Alice com Ernst, obteve consentimento para se casar com seu irmão de criação, Jean, filho de Monet e Camille. Nos últimos anos, após a cirurgia, sua pintura foi toda pintada em Giverny; 26 quadros sobre ninféias. Com 86 anos, faleceu a 5 de dezembro de 1926. Quando Clemencéau retirou a bandeira negra que recobria o caixão do velho amigo, inclinou-se e a substituiu por uma cortina florida dizendo: “Nada de preto para Monet”.

Obs.: Citei essa fase, porque é o período que mais admiro de sua pintura.



Escrito por Sô às 14h03
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"Uma canção é pra isso"

Autor: Samuel Rosa - Chico Amaral

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Quando: Carrossel - 2006

"Uma canção é pra acender o sol

No coração da pessoa

Pra fazer brilhar como um farol

O som depois que ressoa

Uma canção é pra trazer calor

Deixar a vida mais quente

Pra puxar o fio da paixão

No labirinto da gente

Pra consertar, pra defender a cidadela

Pra celebrar, pra reunir o bairro e favela

Uma canção me veio sem querer

Naquela hora difícil

Joguei-a logo nesse iê iê iê

Por profissão ou por vício

Pra clarear a escuridão que o mundo encerra

Pra balançar, pra reunir o céu e a terra

Uma canção é pra fazer o sol nascer de novo

Pra cantar o que nos encantou

Na companhia do povo"

(Bal bandida, lê embaixo)



Escrito por Sô às 18h09
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